AS LINHAS DA MINHA MÃO[1],[2]: UM COMENTÁRIO SOBRE O FILME DE JOÃO DUMANS | Cristiane Barreto
Cristiane Barreto[3] “Você é alguém que olha, ou põe mãos à obra?”[4] As respostas vêm mesmo sempre antes das perguntas; afinal, fazer um filme é por mãos à obra do olhar. Assistir a um filme é constatar que somos tocados por imagens em sequências que nos são alheias, dirigidas por um Outro. Comentá-lo é consentir…




